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CC BY 2.0 / Força Aérea dos EUA / Maeson L. Elleman

FOTO: CC BY 2.0 / Força Aérea dos EUA / Maeson L. Elleman

Avião dos EUA teria espionado península coreana após teste de míssil de Pyongyang

O suposto voo foi realizado alguns dias depois de a agência KCNA ter relatado teste de "arma tática guiada", realizado pela Coreia do Norte, dois meses após a cúpula entre Donald Trump e Kim Jong-un ter sido concluída sem acordo de desnuclearização.

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Um avião de reconhecimento americano foi detectado sobrevoando a capital sul-coreana — Seul — após a Coreia do Norte ter testado nova arma tática guiada com "ogiva poderosa", relata o jornal The Chosun Ilbo.

O RC-135W sobrevoou supostamente uma área das províncias de Gyeonggi e Gangwon, ao sul da zona de exclusão aérea estabelecida especialmente para evitar qualquer forma de hostilidades na fronteira entre as Coreias, conforme o acordo assinado em setembro de 2018.

Segundo adiciona a mídia, os Estados Unidos ainda não comentaram esses relatos.

Conforme um oficial militar sul-coreano, citado pelo jornal, o RC-135W Rivet Joint raramente voou sobre a área da capital, pois geralmente efetua missões sobre o mar Amarelo e áreas próximas.

De acordo com os militares da Coreia do Sul, a última vez que um avião de reconhecimento americano foi observado sobrevoando Seul foi depois de que Pyongyang realizou uma série de testes com mísseis balísticos em 2017.

Na quinta-feira (18), a KCNA informou que Pyongyang teria testado uma "arma tática guiada de novo tipo", apontando que ela tem um "modo peculiar de guiar o voo".

Ao mesmo tempo, a mídia estatal norte-coreana comunicou que o recente teste, "conduzido em vários modos de disparar contra alvos diferentes", foi presenciado pelo próprio líder do país, Kim Jong-un.

A Coreia do Norte testou um novo tipo de armamento tático em 17 de abril. De acordo com alguns analistas militares sul-coreanos, seria um míssil tático de curto alcance que voa em altitudes baixas e pode atingir altas velocidades.

De toda forma, esse teste foi o primeiro na Coreia do Norte desde a segunda cúpula do líder norte-coreano e do presidente dos EUA, Donald Trump, realizada em Hanói entre 27 e 28 de fevereiro.

A reunião terminou abruptamente e sem acordo, embora as partes, segundo a Casa Branca, tenham concordado realizar mais reuniões no futuro.

FONTE: Sputnik Brasil
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