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Unila recebe primeira turma de indígenas aldeados, refugiados e portadores de visto humanitário

Modalidade de ingresso foi inaugurada este ano, ampliando o número de nacionalidades presentes na Universidade

Wayne Karter, nativo de Guiné-Bissau, é um dos mais novos calouros da Unila. Ele chega junto de mais três conterrâneos, todos em busca de uma formação universitária pública e gratuita, possibilitada, este ano, por uma nova modalidade de ingresso, voltada a refugiados e portadores de visto humanitário.

O estudante já estava no Brasil há um ano e meio, e soube da Universidade por meio de amigos que estudavam na "coirmã" da Unila, a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, a Unilab.

No total, 24 estudantes ingressam na Unila este ano por meio deste edital específico. Além dos guineenses, a Universidade também vai receber representantes de Angola, Barbados, Benin, Congo, Gana, Haiti, Costa do Marfim, Paquistão, República Democrática do Congo, Rússia, Senegal, Síria e Venezuela. 

As matrículas prosseguem até o dia 1º de março, e o ano letivo se inicia no dia 7. Outra nova modalidade de ingresso, também válida a partir deste primeiro semestre letivo de 2019, é destinada a estudantes oriundos de povos indígenas aldeados do Brasil e de outros nove países da América do Sul (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Uruguai, Venezuela, Paraguai, Equador e Peru).

O primeiro indígena nessa condição a se matricular na Unila, Ananias Fidelis Félix, pertence à tribo Tikuna, que optou pelo curso de Engenharia de Energia.

FONTE: RCI
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