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Ritmo de demissões diminui em Foz do Iguaçu, aponta Ministério da Economia (30/09)

Ritmo de demissões diminui em Foz do Iguaçu, aponta Ministério da Economia (30/09)

Postado em 30/09/2020 por

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Dados atualizados do mercado formal, divulgados nesta quarta-feira (30), são referentes ao mês de agosto.

Imagem: Agência Municipal de Notícias / Arquivo.

O Ministério da Economia divulgou, nesta quarta-feira (30), os números atualizados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que leva em conta os empregos disponíveis no mercado formal de trabalho em todo o país.

No tocante à cidade de Foz do Iguaçu, os números do mês de agosto (os de setembro serão compilados somente no final do próximo mês) revelam que as empresas da cidade contrataram 1.486 trabalhadores. Por outro lado, 1.595 foram demitidos, gerando saldo negativo de 109 postos de trabalho fechados na economia local.

A “boa notícia”, porém, é que o ritmo de demissões em agosto foi bem inferior ao dos meses de julho (696 vagas fechadas), junho (496), maio (1.392), abril (3.025) e março (1.299), o período desde que teve início a pandemia do novo coronavírus.

Já as principais cidades paranaenses apresentaram os seguintes resultados no mês de agosto, com apenas Cascavel tendo saldo negativo:
Curitiba – saldo positivo de 3.219.
Londrina – saldo positivo de 1.198.
Maringá – saldo positivo de 772.
Ponta Grossa – saldo positivo de 1.220.
Cascavel – saldo negativo de 29.
São José dos Pinhais – saldo positivo de 673.
Pinhais – saldo positivo de 141.
Colombo – saldo positivo de 300.
Toledo – saldo positivo de 121.

Na microrregião de Foz do Iguaçu, o resultado de agosto foi o seguinte:
Santa Terezinha de Itaipu – saldo positivo de 35.
São Miguel do Iguaçu – saldo positivo de 63.
Medianeira – saldo positivo de 81.
Serranópolis do Iguaçu – saldo negativo de 2.
Matelândia – saldo negativo de 48.
Ramilândia – saldo negativo de 2.
Missal – saldo positivo de 1.
Itaipulândia – saldo negativo de 8.

Em 1º de janeiro, Foz do Iguaçu tinha 59.975 empregos no mercado formal. Em 31 de agosto, o “estoque” caiu para 53.371, representando 6.604 vagas que deixaram de existir na economia local, conforme as estatísticas corrigidas do Ministério da Economia, consolidadas nesta quarta-feira.

Entre os motivos para o desempenho ruim de Foz do Iguaçu, o fato de que a pandemia está afetando, justamente, alguns dos principais motores econômicos locais, como o turismo, comércio e serviços, impactados pela redução das viagens e pelo fechamento das fronteiras com os países vizinhos.

Dados de Foz do Iguaçu – Caged 2020 (série com ajustes)*:

Janeiro:
2.508 admissões, 2.594 desligamentos.
Saldo negativo de 86.

Fevereiro:
3.154 admissões, 2.655 desligamentos.
Saldo positivo de 499.

Março (início da pandemia):
2.236 admissões, 3.535 desligamentos.
Saldo negativo de 1.299.

Abril (pior mês):
663 admissões, 3.688 desligamentos.
Saldo negativo de 3.025.

Maio:
841 admissões, 2.233 desligamentos.
Saldo negativo de 1.392.

Junho:
1.110 admissões, 1.606 desligamentos.
Saldo negativo de 496.

Julho:
1.350 admissões, 2.046 desligamentos.
Saldo negativo de 696.

Agosto:
1.486 admissões, 1.595 desligamentos.
Saldo negativo de 109.

Saldo de janeiro a agosto:
13.348 admissões, 19.952 desligamentos.
Saldo negativo de 6.604.

Postos de trabalho em 1º de janeiro:
59.975.

Postos de trabalho em 31 de agosto:
53.371.

* Fonte: Ministério da Economia / Caged. Os números dos meses anteriores podem sofrer mudanças, para mais ou para menos, em razão de atualizações e correções na base de dados.

Guilherme Wojciechowski – Jornalismo RCI.

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